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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Carpe diem quam minimum credula postero

Colha o dia, confie o mínimo no amanhã.
Não pergunte, saber é proibido, o fim que os deuses
darão a mim ou a si, Leuconoe, com os adivinhos da Babilónia
não brinque.
É melhor apenas lidar com o que cruza o seu caminho.
Se muitos Invernos Júpiter te dará ou se este é o último,
que agora bate nas rochas da praia com as ondas do mar.
Tirreno: seja sábio, beba o seu vinho e para o curto prazo
reveja as suas esperanças.
Mesmo enquanto falamos, o tempo ciumento está a fugir de nós.
Colha o dia, confie o mínimo no amanhã.

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